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ESTÁ ENTEDIADA COM A TUA RELAÇÃO? MANTENHA A CALMA

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Uma criança que se machuca, age como se a SENSAÇÃO que a acomete fosse o centro do universo. Já um adolescente, elenca as sensações num segundo plano e o que passa a prevalecer e nortear, são, puramente, as EMOÇÕES. Somente na maturidade é que passamos a nos guiar pelos SENTIMENTOS, dando-nos conta de que, embora as sensações e as emoções possam se manifestar aqui e ali, haveremos de ter consciência o suficiente para preservar o que realmente vale a pena, ao passo que se compreende que todo o resto (sensação e emoção) é passageiro.

Olha só, Amiga linda: quando a gente se depara com alguém que vai passar a dividir, lado a lado, algum tempo (meses, anos) da nossas vidas, esse é o momento em que normalmente a gente está, ou deveríamos estar, conscientes dessas questões citadas acima.

Os sentimentos, Lindona, se fazem no nível dos valores, ou seja, diferente da atração (fisiológico) ou paixão (emocional), os sentimentos são construídos partindo da convivência e da relação com o outro, assim como da sua própria integridade subjetiva (interna – valores, crenças e cultura).

Muitas pessoas, seja por falta de experiência ou por excesso de expectativa, lançam-se à convivência com o outro crendo que a paixão ou mesmo a atração prevalecerão sempre como sendo a máxima regente da relação… Estão errados.

Certamente se depararão com a frustração caso não tenham construído base o suficiente que se constitui como fruto da convivência e da troca na medida em que caminham juntos, compartilhando os desafios e até mesmo as frustrações que partem de cada um como sendo compreendidas como responsabilidade de ambos. Daí surge a CUMPLICIDADE.

Como já falei tantas vezes, Amiga: a paixão e o desejo são praticamente a mesma coisa. Isso porque não podemos desejar aquilo o que possuímos e, consequência disso, a paixão acaba se abrandando quando nos sentimos mais seguros com o outro… Isso faz parte.

Ocorre que, no convívio, “descobrimos” que o outro é mais do que aquilo o que idealizamos no princípio… “Mais”, no sentido de que sua intimidade passa a ser revelada para nós e isso nem sempre nos agrada, tal como a privacidade dele que, ao ser escancarada, revela um ser humano “comum” como qualquer outro, diferente do “homem perfeito” que fantasiamos como desejável.

Mas por que é que criamos tantas expectativas em relação ao outro sendo que no fim, “somos todos humanos, iguais e mortais”? Simplesmente porque, assim como escrevi no texto “Traição – por que traímos? Por que sofremos?”, existem questões que vão além do que podemos controlar, porque fazem parte de uma lei orgânica de reprodução, ou seja, é a natureza fazendo o papel dela de manter a continuidade da vida.

Daí, Lindona, Não tarda a nos depararmos com o dilema de permanecer com a pessoa ou, quando essa não mais nos promove desafio, nos lançarmos a mais uma aventura apaixonante digna dos romances cavalheirescos, o que, por fim, “poderá finalmente nos conduzir à pessoa idealizada” e requerida: a pessoa feita “sob medida” para nós… Só que não.

É exatamente nesse momento em que regredimos aos estágios primários da vida, ao passo que sentimos a necessidade de nos incitar através de sensações e emoções, em busca do conhecido “frio na barriga” que não é mais possível encontrar partindo da nossa zona de segurança (relação que temos no momento).

Esse é o momento em que estamos mais suscetíveis à traição visto que acreditamos que se a paixão acabou, então não era a “pessoa certa”. Bobagem… Esse é o momento em que vocês deveriam investir no que é mais importante para a relação: o sentimento verdadeiro que surge através da aceitação do outro como uma pessoa humana e não fruto das próprias fantasias narcisistas.

Caso mantenha essa ideia e se lance à desventura de buscar outra pessoa crendo que essa pessoa agora ocupará o lugar perfeito que você idealizou, não tardará muito para você se deparar com a dura realidade que surgirá igualmente como na relação anterior… Nesse caso, apenas com outra face no decorrer do tempo.

Isso porque o problema não é o outro e sim o tédio que passamos a sentir de nós mesmos, mas, protegidos pelo próprio ego, projetamos no meio, nos objetos ou nos outros como forma de defesa… Como se o problema estivesse “FORA DE NÓS”.

Já parou para analisar o momento quando você está apaixonada, Amiga? Já parou para notar que tudo o que faz para surpreendê-lo está intimamente ligado à elevação da tua própria autoestima. Isso significa que o cara passará a servir de reflexo para ti, ao passo que o que era mesmice na antiga relação, na convivência com o teu ex, passa a ser novidade para o novo.

Isso tudo: as novas sensações e emoções, pode te fazer concluir (erroneamente) ser mais fácil a mudança do parceiro em detrimento da mudança própria.

Diferente disso, quando você investe em si e na autotransformação constante – isso significa explorar os próprios potenciais – a relação com o outro e seus valores passam a ser primordial na medida em que o cara se eleva como força para o aprimoramento e desenvolvimento das tuas próprias habilidades.

Esse ato, Amiga linda, culmina em uma reformulação própria e periódica, o que evita que a relação caia na mesmice, pois, ainda que você se mantenha nas mesmas rotinas, fará tudo com outra mentalidade, o que permitirá à experiência ser sempre única e indispensável.

Isso acontece tanto de um lado quanto do outro, portanto, fique atenta a esse momento da relação com o fim de evitar que essa utopia de perfeição engane tanto você quanto ele e acabem fazendo besteiras como TRAIR, por exemplo.

Embora esse não seja um assunto tão prático, amiga, é muito importante você pensar e buscar entender essas questões que vão além das estratégias de conquistas ou sedução… Isso porque tem a ver contigo e com as tuas questões internas e da tua mente. INSCREVA-SE AGORA, CLICANDO AQUI, na Escola da Mulher Magnética e entenda o passo a passo que vai desde a ATRAÇÃO, até a MANUTENÇÃO do teu relacionamento.

Te espero, Lindona…

Vanessa de Oliveira.