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SEM CULPA E SEM MEDO

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É claro que é natural sentir MEDO, ou mesmo CULPA, amiga, quando fazemos algo impensado e isso acaba gerando consequências ruins para nós ou para alguém querido por nós. O problema é quando a culpa ou o medo é instituído para nós por um meio externo, como, em certas RELIGIÕES por exemplo: “Se você não fizer dessa forma, vai para o inferno.”.

Muitas instituições moldam a nossa cultura e acabam, indiretamente, determinando as nossas vidas através do controle sobre as nossas emoções e comportamentos. É preciso você estar atenta, lindona, para saber quando você está fazendo algo por medo e para evitar se sentir culpada, e quando realmente age em nome da tua liberdade e vontade.

Já conversei com mulheres que se sentiam culpadas, por exemplo, por não se perceberem “estar cuidando bem dos seus maridos”… Pode isso? Digo isso, porque essa culpa, vinha de mulheres que trabalhavam tal como os homens que sentiam OBRIGAÇÃO de proteger.

Esse sentimento de “obrigação”, amiga, trata-se de um sentimento institucionalizado culturalmente… vindas dos tempos em que as mulheres ficavam em casa cuidando dos filhos enquanto o marido fazia o papel exclusivo do “provedor”.

Não que eu esteja criticando isso, alias, cada coisa se justifica pelo seu próprio tempo, mas, o que quero dizer, que ainda existem muitas mulheres que se deixam levar e moldam as suas vidas mediante a esses velhos e arcaicos padrões, ao passo que, caso não façam dessa forma, sentem-se como se estivessem fazendo algo errado.

A INFELICIDADE, amiga, anda de mãos dadas com o medo e a culpa.

Observe as ditaduras da moda, dos padrões de beleza, de magreza, os modelos de sucesso… Tudo isso é capaz de te fazer sentir uma infelicidade tremenda, apenas por não dar conta de estar dentro desses padrões surreais que tanto impõem socialmente para você.

É claro que existem também os padrões para os homens, mas os homens, por serem menos emocionais, acabam sendo menos atingidos por isso e conseguem dar conta por serem mais racionais, o que lhes garante “bom senso” e uma pequena dose de alegria a mais.

Enquanto isso, aí está você: calculando cada passo para que não seja massacrada pela “crítica” social; aí está você, esquivando-se de se desenquadrar daquilo o que teu homem espera de ti, do que a religião diz que é correto, do que a cultura diz que é “direito”… E assim, sem dar nenhuma importância para os teus próprios sentimentos, vai você, “caminhando e cantando e seguindo a canção”.

Não que você tenha que ir contra qualquer tipo de padrão, lindona… Apenas, sugiro que enfrente teus medos em busca daquilo o que realmente te faz bem e te deixa confortável. Na medida em que você fizer aquilo o que te agrada, sem que isso fira a liberdade de outro, então, não há pelo que se culpar… Não há pelo o que temer.

O bem-estar é uma responsabilidade de cada um em fazer aquilo o que se tem vontade, sem que isso interfira na liberdade do outro, simples assim. A VONTADE, diferente do desejo, é o ato de comprometimento com aquilo o que se quer e de maneira ética.

Portanto, amiga: pare de deixar que “os outros” determinem o rumo da tua vida e passe a viver pelas tuas vontades, por aquilo o que te faz sentir verdadeiramente bem de dentro para fora e não o inverso.

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