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COMO SER UMA MULHER DECIDIDA

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É importante levar em conta que uma mulher volátil e indecisa é uma mulher que vive a vida subjugada pelas próprias emoções. Que tal ser diferente?

Diferente disso, óbvio, é uma mulher que vive de acordo com planejamentos e estratégias. Mulheres impetuosas tendem a ser controladas pelos estados emocionais, isso significa que qualquer um, capaz de evocar, nelas, emoções específicas, naturalmente terá domínio sobre elas.

Não preciso ir muito longe para provar isso o que estou dizendo, não é, lindona? Basta olhar como tantas mulheres (e pessoas em geral) são controladas pelos meios de comunicação, pela moda, pela cultura vigente… Tudo isso porque são ávidas pelo sentimento de pertencimento e tudo o mais que “os produtos” prometem.

A indústria do marketing sabe bem como provocar essas emoções e fazer com que elas venham à tona. Daí, uma vez evidentes, são essas as emoções que passam a reger os comportamentos e fazer com que a pessoa faça exatamente aquilo o que a indústria quer.

Pegue esse exemplo e veja como somos facilmente manipuladas, lindona, caso não trabalhemos para construir um RACIONAL capaz de conter e filtrar todas essas informações que nos bombardeiam, dia após dia, a vida e vinda de todos os lados possíveis (pelo rádio, pela TV, através dos outdoor’s e até no boca em boca).

Da mesma maneira, amiga, uma pessoa capaz de trazer à superfície esses estados emocionais, naturalmente passará a ter o teu controle… Você passará a ser nada mais do que uma marionete na mão de quem quer que permita te subjugar através das suas emoções.

Eu costumo pensar, amiga, nas nossas emoções como se fossem uma massa de modelar: ora sentimos uma coisa, ora sentimos outra e isso nos leva a percorrer caminhos distintos de acordo com os nossos desejos do momento. Diferente disso, a RAZÃO é firme: ainda que não nos satisfaça naquele momento, é capaz de determinar um caminho concreto e de resultados que tendem a perdurar além do “agora”.

Pense numa mulher gorda que está querendo emagrecer: imagine se ela se deixar continuar a ser levada pelos desejos dela, em vez de se programar e gerar disciplina o suficiente capaz de guiá-la ao objetivo dela que é chegar num peso específico…

Ou, pense em um bebezinho… Perceba o quanto eles são conduzidos por suas necessidades mais básicas (dor, fome, frio, calor, desconforto…). Na medida em que esse bebê cresce e se torna uma criança, essa criança passa a ser conduzida (também) pelos desejos que começam a surgir: desejo de ter um brinquedo, de ir a determinado lugar, de comer determinada coisa…

Somente após a puberdade é que começamos a desenvolver com eficiência a nossa razão e é ela, esse “coisa”, capaz de “por ordem na casa” e conter ou filtrar esses desejos, ao mesmo tempo em que acalentar as necessidades para que elas deixem de ser imediatas, ou seja, ela ajuda a pessoa a lidar com o tempo e não mais ser imediatista como o bebezinho, por exemplo.

O problema acontece quando essa instância tão importante: a RAZÃO, é construída em bases frágeis ao ponto de não ser capaz de coordenar a emoção. Quando a gente usa o termo “inteligência emocional”, na verdade estamos falando dessa relação entre a razão e a emoção e a consequência em nossa vida.

A emoção continua igual na medida em que vamos nos desenvolvendo. O diferencial, nesse caso, é a firmeza que construímos como base para sustentar a razão ao ponto de fazer com que ela direcione nossos comportamentos.

Para os relacionamentos, as consequências de se viver pelas emoções resulta nas satisfações momentâneas e de curto prazo que o OUTRO (que surge como um objeto) é capaz de prover para ti. Assim sendo: estar à mercê das emoções, na relação, é estar sempre apta a ser modelada por aquele capaz de gerar emoções em ti.

Então, amiga, o que estou dizendo aqui é sobre a importância de você aprender a controlar as próprias emoções e para isso, terá de começar a refletir sobre os teus comportamentos ao ponto de passar a caminhar em direção ao lugar que você quer. Para isso é necessário ter disciplina.

Voltando ao exemplo da “gordinha”: pense no esforço que ela terá de fazer para se manter no caminho do emagrecimento, para criar disciplina… Isso tudo só será possível caso ela trabalhe as suas estruturas mentais a tal ponto de ser capaz de conter os próprios desejos e até mesmo necessidades… Consegue perceber o quanto a razão é importante e pode sim ser trabalhada?

Diferente disso, caso ela passe a ser movida puramente pelas emoções e desejos… Será que ela alcançará um estado de vida melhor do que esse em que se encontra?

Percebe o perigo de se tomar decisões movidas, especificamente, pelas emoções?

As emoções são imediatistas e querem ser satisfeitas, enquanto a RAZÃO é paciente e compreende que a vida não é feita de momentos isolados, mas da soma e congruência entre esses momentos.

Como COACH de relacionamentos, amiga, uso muito o trabalho reflexivo, assim como o estabelecimento de matas e estratégias, com o fim de que a mulher compreenda, em primeiro, onde ela quer chegar na vida dela (VISÃO); COMO ela quer chegar lá (VALORES) e o que a move (PROPÓSITO).

Os relacionamentos devem servir como base para essa busca, para esse caminho… Observo que muitas mulheres ficam perdidas na vida por falta, exatamente, desse PROPÓSITO. Daí, lindona, elas vêm reclamar que não conseguem vivenciar bons relacionamentos ou que os caras que elas estão são sacanas etc., etc..

Obvio, né?

Se não sabe para onde vai, então, qualquer caminho serve… Básico.

Os caras se aproveitarão disso e te usarão para os fins deles e, como um barco à deriva, você acabará seguindo para onde ele remar, até ele não precisar mais de ti… Saia dessa, amiga, e comece a determinar um rumo certo para ti e você verá que as relações serão CONSEQUÊNCIAS da TUA própria busca e não o FIM.

E não fique aí remoendo as tuas más escolhas, amiga… CLIQUE AQUI (AGORA), e comece a mudar e dar rumo à tua vida de maneira efetiva. Estou ansiosa para dividir contigo as minhas experiências através de técnicas fundamentais que te ajudarão a tomar DECISÕES mais precisas e de acordo com aquilo o que você quer para ti e para a tua vida.