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  • VOCÊ É DOMINADA PELOS SEUS TRAUMAS? – Parte 3

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    Diante de uma nova relação, observe, sempre, para ser capaz de perceber quando você pode estar exagerando na desconfiança, ou seja, compreenda quando o problema pode ser mais uma alucinação tua do que embasada na realidade e para isso, basta você se questionar sobre “em quais evidências” se pauta para formular o seu julgamento.

    Esse é um passo importante, Lindona, visto que essa ação se trata de um questionamento que “desafia as tuas crenças”, ou seja, vai medir com a própria realidade se o que está propondo se baseia em fatos ou fantasias. Caso não haja evidências, já será um indício poderoso de que você está sendo movida por algum tipo de trauma mal curado, consequência da ausência da vivência do luto ou mesmo um mal trabalho sobre essa questão.

    É importante fazer um adendo aqui, Amiga linda, sobre o que é e qual a importância do LUTO quando nos deparamos com a perda.

    O Luto é o momento em que passamos quando diante de uma perda, seja a perda de um trabalho, de uma relação ou até mesmo do falecimento de alguém que amamos.

    O que ocorre nesse processo é a nossa readequação e busca da autonomia diante da vida, ou seja, é o período de conscientização diante da necessidade de recuperarmos nossa própria capacidade de autossustentação.

    Sem a experiência do luto, Linda, nos casos da perda de uma relação, ocorrerá que, desesperadamente, será necessária a substituição do “objeto” perdido.

    Quantas vezes você já não se deparou, ou mesmo vivenciou, com situações onde a pessoa vivia reclamando do trabalho e no momento em que o perdeu, desesperadamente procurou outro, de modo que acabou arranjando um tão pedante quanto o anterior ao passo que, em pouco tempo, voltou a fazer as mesmas reclamações?

    Quando se trata de relacionamentos a coisa não é diferente…

    O engraçado é que a situação se repete com o novo parceiro de modo que a pessoa não se dá conta de que, em muitos casos, era ela quem deveria se tratar em prol de mudar os próprios comportamentos ou trabalhar sobre os traumas que desencadearam esses mesmos comportamentos. Tudo isso só pode ser tratado quando passamos pelo processo de Luto.

    O LUTO é o tempo necessário para a reconstrução da tua própria autoimagem, Lindona. Diferente disso, ao “substituir” o ex por um novo parceiro, ocorrerá que esse novo, irá apenas ocupar um lugar já pré-moldado, ou seja, apenas preencherá uma parte que deveria ser você mesma a ocupar, percebe? Essa coisa de procurar a tua “metade” é uma balela… Relacionamentos pautados nessa premissa geram apenas dependência.

    Repetindo: o processo de Luto é o que te faz tornar integra e preparada para recomeçar sem interferências diretas e negativas de histórias mal resolvidas.

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    Portanto, Lindona, antes de você sair atirando, movida pelo seu trauma, pergunte-se se você tem provas concretas sobre o que aconteceu e firme um acordo contigo mesma, de que você só lançará dúvidas e reagirá quando essas provas estiverem a sua frente como uma verdade incontestável.

    Ao se comprometer e se esforçar, nos primeiros momentos, para não tomar nenhuma atitude baseada em memórias deformadas, você verá que será mais fácil frear o impulso das demais vezes, até que, pelo hábito da repetição, você eduque seu inconsciente e seu comportamento para uma nova forma de agir, desassociando o que já houve contigo em outros relacionamentos com o que você vive hoje.

    Mas se você sempre continuar a repetir esse impulso de ficar nervosa, de reagir e acusar quando o trauma desperta, o que você estará fazendo é reforçar este comportamento em ti, quando na verdade queremos eliminá-lo, não é mesmo?

    Então não tem jeito, você vai ter, de forma prática, que se policiar das primeiras vezes e assim que o desespero passar você deve chamar a voz da sua razão e fazê-la dizer para ti: “Viu? Não era nada! Ainda bem que você ficou na tua! Uma vergonha a menos na vida!”.

    Amiga, cá entre nós, você não está cansada de entrar em processos neuróticos? Você não está cansada de surtar por coisas que nem aconteceram para depois ficar morrendo de vergonha por ter criado o maior clima ou ter acusado ele de algo que ele não fez? Você não está cansada de bancar a traumatizada desequilibrada e sem nenhum autocontrole perante o homem que está contigo? Você não está cansada de ver a admiração dele por ti ir ralo abaixo toda vez que ele presencia um medo, uma insegurança tua ou um surto emocional? Não é um saco viver isso constantemente? E muitas vezes acordando numa ressaca moral no outro dia sem saber onde se enfiar?

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    Eu preciso, Amiga, que neste momento você seja bem honesta contigo e conte quantas vezes você se mostrou insegura e colocou quase seu relacionamento a perder com desconfianças que se mostraram posteriormente sem base alguma… Você percebe que o número de apavoramentos teus é muito maior do que motivos para realmente ficar incomodada?

    E se por acaso você sabe que um maior número de vezes você tinha razão, então eu sinceramente não sei o que você está fazendo ao lado deste homem. Mas se você se arrependeu na maioria das vezes de ter reagido sem fundamento, então olhe para sua a situação e diga pra ti que é hora de você parar!

    Você precisa dizer pra ti que se submeter a isso é ridículo e essa vergonha da tua conduta, esse reconhecimento da situação lamentável que você mesma se coloca é o que é capaz de te fazer parar antes que ele termine o relacionamento com você, por não aguentar ser acusado daquilo que não fez.

    Ter esse comportamento não é legal, não é saudável, nem sequer é normal. Nenhuma mulher poderosa se entrega ao impulso consecutivamente uma vez que ela nunca tem provas.

    Conheço muitas pessoas que chamam isso de “ficar mais espertas” e seguem acreditando que é normal esse tipo de conduta desconfiada além da medida… Mas não é verdade amiga, isso é apenas uma desculpa que as mulheres fracas e imaturas emocionais usam para não terem de lidar coma realidade de que o problema está nelas. É isso o que você quer ser? Uma eterna traumatizada sem controle sobre suas emoções dando piti e surtando na frente do homem ou em público?

    Amiga, o que você ganhou com isso até hoje? No que sua vida melhorou? Você não teve nada a ganhar lindona, então faz seu cérebro se lembrar disso e traga para tua memória toda dor e vergonha dos teus impulsos descontrolados, talvez pelo cansaço da repetição de uma situação miserável você pare, dizendo pra ti mesmo: EU NÃO ME AGUENTO MAIS ASSIM… EU PRECISO MUDAR!

    Sim… Às vezes aprendemos alguma coisa com as dores do passado, mas em grande parte podemos estar carregando feridas abertas que, naturalmente, um simples toque pode fazer com que sinta uma dor além da natural, pois veja, Amiga: não será a intensidade do toque, nesse caso, a responsável pela dor e sim o fato de a ferida estar aberta e exposta… Vê a diferença?

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