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  • VOCÊ É DOMINADA PELOS SEUS TRAUMAS? – Parte 1

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    Quantas vezes, Amiga linda, terminamos um relacionamento e, por negligenciar os motivos que conduziram ao seu fim, acabamos carregando as mesmas questões, problemas ou traumas conosco para uma nova relação? O quanto é importante levar isso em conta, para que você se atente a esses fatores em prol de se lançar em novas relações cada vez mais “descontaminadas”, saudáveis e integras?

    Seria justo, Lindona, você chegar num restaurante e se juntar aos seus amigos que estavam lá, consumindo bem antes de você e, no fim, colocarem você para rachar a conta toda? É mais ou menos isso o que acontece quando você joga sobre seu atual relacionamento o consumo de suas histórias passadas. É importante que você se dê conta sobre o que se passou anterior à chegada dele para evitar que ele arque com uma conta que não o pertence… Faz sentido?

    Outro exemplo simples que ilustra bem essa situação, miga: Imagine-se chegar à sua casa após um dia inteiro de trabalho duro e se deparar com seu marido em uma banheira limpinha aguardando para que você o faça companhia. Pergunta: você entraria com toda a sujeira impregnada do dia ou se lavaria antes para, logo em seguida, acompanha-lo em um relaxante momento a dois? Pois é… Penso que o natural seja se lavar antes para evitar que a sujeira da rua contamine a água limpa… Correto?

    Imagine agora, Amiga, que a banheira se trata do relacionamento que vocês estão construindo, de modo que a sujeira a qual você trouxe da rua, sejam os miasmas, as mágoas ou os traumas provenientes de relações passadas… É aqui onde quero chegar com esse texto.

    Percebo que muitas pessoas, seja homem ou mulher, ao saírem de uma relação doente e de forma traumática, seguem pela vida, mal resolvidas ou magoadas, crendo que a solução seja arranjar outra pessoa que lhes “valha a pena” ou mesmo, como muitos insistem: “ficar sozinho é o melhor caminho”. Ou seja: saem como vítimas de uma situação como se o outro fosse o responsável pleno pela condição em que elas se encontram.

    Não caia nessa, Amiga… Não que você tenha que se colocar como culpada pelos traumas que sofreu na relação anterior, ou anteriores, mas perceba que, ao se colocar como uma mera vítima, ao mesmo tempo, você estará tirando de ti toda a autonomia no que se refere à participação da construção de um novo relacionamento. Isso vai culminar na situação em que qualquer semelhança entre uma pequena ação vinda do novo parceiro com sua antiga relação, poderá desencadear, através da memória, todo o trauma o qual SIM, era responsabilidade tua resolver.

    Para exemplificar, Amiga: você descobriu que seu ex-marido, ou namorado, te traia sempre que chegava em casa fora do horário previsto com a desculpa que estava fazendo “hora extra”… Consequentemente, se seu novo parceiro fizer o mesmo – ficar até mais tarde por conta de hora extra -, naturalmente você irá pressupor que ele também deve estar te traindo.

    Isso tudo porque o trauma a fez ficar condicionada e atenta a esse tipo de comportamento, MAS… Isso não significa que seja real, ou seja, não significa que necessariamente ele estará te traindo como o anterior, compreende? Portanto, Amiga, em primeiro lugar é necessário que você dê conta da tua parte que diz respeito a TRATAR seu trauma para que ele, de maneira alguma, possa vir a interferir negativamente na tua nova relação ao ponto de fazer com que o cara pague pelo que ele não fez.

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    Vamos começar refletindo sobre uma frase do pai da psicanálise: Freud:

    “Os neuróticos são pessoas ‘possuídas’ pela memória, memória que os obriga a viver vendo o mundo da forma como o viram num dia passado. A memória os torna prisioneiros do passado e não os deixa perceber a ‘eterna novidade do mundo’. Os neuróticos são prisioneiros de sua mesmice, por isso são confiáveis: serão hoje e amanhã o que foram ontem.”.

    Isso significa, Amiga linda, que a princípio, no momento em que perceber que seus traumas estão comprometendo a tua vida, será esse o momento em que deve buscar se ajudar. Lamentavelmente esse é o preço que se paga por persistir em relações doentes: assume-se a forma alterada da relação. Maasss… Se te serve como acalento: perceber isso em ti mesma já é o início da cura.

    Isso porque, a maneira mais econômica de resolver uma questão é observando e reconhecendo a força que parte de ti e de que forma essa força interferirá no meio… Vou explicar melhor, Lindona: O que demanda mais energia: tentar mudar o outro, mudar o mundo ou mudar a ti mesma? Pois bem… Quando reconhecer em ti mesma, comportamentos que podem ser transformados ou mesmo alguns que estejam viciados e condicionados de forma negativa, esse será o ponto de partida para que as mudanças comecem a ocorrer e gerem impacto na relação.

    A partir disso, Linda, terá a autonomia para transformar toda a relação sem ter que necessariamente esperar, implorar ou mesmo investir uma energia atroz em busca da mudança do outro. E para que se torne uma agente ativa nesse processo, naturalmente será primordial que abra mão da condição de vítima… Essa condição te coloca numa esfera de passividade, ao mesmo tempo em que te faz permanecer na condição de impotência diante o rumo das relações e, por consequência, da própria vida.

    Continua…

    Bjsss

    Vanessa de Oliveira.

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