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O PASSADO NOS CONDENA

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A primeira questão, amiga, é: Você se orgulha de si mesma? Essa é uma pergunta capaz de gerar muita reflexão, pois se caso você não tenha orgulho próprio, quem é que vai te valorizar?

Esse pensamento, lindona, está muito relacionado com questões que envolvem o AMOR PRÓPRIO. Na vida, muitas vezes acabamos fazendo coisas que não necessariamente nos orgulharemos lá na frente. Algumas dessas coisas, passamos porque escolhemos passar, enquanto outras, simplesmente por consequências da vida… Simples assim.

O grande problema disso tudo, não se trata, necessariamente, do que você viveu, amiga, mas sim, do ignificado que você própria dá para aquilo o que vivenciou.

Já reparou que quando uma criança tropeça, cai e se machuca, a primeira coisa que ela faz é olhar para os pais? Isso porque a criança quer ver o VALOR que os pais darão àquela queda, ou para aquele “machucado”, quando acontece.

Caso os pais se sensibilizem muito, imediatamente a criança abre o berreiro, não é assim? Diferente disso, caso não tenha nenhum adulto por perto, ou os pais não derem a mínima, a criança, rapidamente, sacode a poeira e segue a brincadeira.

Percebe, amiga, o quanto a “opinião” dos outros sobre o que acontece com a gente é capaz de nos influenciar,       ainda que a “coisa” em si nem seja tãaaaoooo significativa assim?

Isso porque ‘Se não sabe para aonde quer ir, então qualquer caminho serve’.

Por isso é muito importante a gente aprender a ressignificar aquilo o que algum dia nos magoou, ou, a partir de AGORA, aprender a dar o significado a cada situação que você passa em tua vida, visto que, diferentemente de uma criança, você é altamente capaz de avaliar a situação ao ponto de entender o sentido da ação e a relação dela com o contexto… E não mais uma coisa separada da outra.

Pense num homem que vai para a guerra e acaba tendo que matar um monte de gente… Como seria se, simplesmente, qualquer outro homem viajasse a um país específico e saísse nas ruas matando qualquer um que “olhasse feio” para ele?

Percebe, lindona? Por mais que o ato de matar pessoas se iguale nas duas situações, o contexto pode fazer com que a ação tenha um outro peso.

Estamos muito acostumadas a julgar o nosso passado sem levar em conta o contexto da época. É exatamente isso o que faz com que a gente acabe se autojulgando ao ponto, até mesmo, de nos sentirmos culpadas.

Diferente disso: na medida em que você der conta de associar o contexto ao comportamento, poderá atravessar o tempo com mais resiliência, ao ponto de o julgamento do outro não fazer mais o menor efeito sobre ti. O mais importante, é você saber e reconhecer todo o contexto e os próprios motivos que fizeram você fazer da maneira como fez.

Sendo assim, observe: ainda que muitas pessoas possam julgar a minha vida passada “Ah… a Vanessa foi puta…”, por exemplo, somente eu mesma sou capaz de me auto avaliar e compreender que para me tornar o mulherão que me tornei hoje, tudo aquilo o que vivi, foram as melhores escolhas que tinha para fazer naquele momento, se não, amiga: esteja certa de que ainda estaria mantendo a mesma vida de antigamente.

E se quiser aprender mais sobre essa Ressignificação, lindona, CLIQUE AQUI, AGORA e obtenha acesso aos meus CURSOS em que te ensinarei sobre essas técnicas e muito mais. Isso ajudará para que possa, em primeiro, encontrar um significado para as coisas que viveu e, naturalmente, ajudar para que se direcione e se posicione melhor a partir de AGORA.