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  • É CRIME INVESTIGAR MEU MARIDO? QUAL É O LIMITE?

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    Contanto que você esteja em uma relação estável com ele e essa “investigação” não ultrapasse os limites de modo a poder ser interpretada como violação de privacidade. O ideal é que você sempre se informe sobre as leis, isso porque há sempre a possibilidade de elas se atualizarem, seja com o acrescento de um artigo, parágrafo ou inciso.

    Por isso, sempre digo que é importante, no momento em que você firmar algo com seu parceiro, estabelecer acordos onde há a concordância de que senhas e acessos serão compartilhados de modo para que isso promova mais segurança para o casal. Isso porque, Infelizmente, Lindona, hoje em dia a tecnologia colabora e muito para o aumento do número de traições.

    Já ouvi muitas histórias de pessoas que descobriram que seus cônjuges levavam seus celulares para o banheiro com o fim de ficar se filmando, normalmente nus, e flertando com outra pessoa do outro lado da linha… Poderia essa situação caracterizada como uma ”traição”? Depende da forma como se vê, Amiga… Isso dependerá de como cada um compreenderá e aceitará tal situação.

    Há quem condene a pratica de consumo de pornografia, por exemplo, ao mesmo tempo em que já escutei de mulheres que não consideram traição o fato de o marido ter se relacionado com uma garota de programa, se servindo do argumento de que não veem problemas por não haver qualquer tipo de envolvimento emocional, por exemplo.

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    Do mesmo modo, em algumas relações mais modernas, pode haver a troca de casais, ou mesmo alguns casais que se lançam a envolver um terceiro (homem ou mulher) na relação. Portanto, Lindona, observe que não há um parâmetro a se seguir quando o assunto envolve o prazer e o fetichismo e sim, deve haver o respeito entre os acordos e limites preestabelecidos entre o próprio casal.

    Outra coisa a se pensar, no que diz respeito à possibilidade de investigação, é sobre o que fará com as evidências que obtiver, caso sejam palpáveis. Fotos, filmagens, e-mails ou troca de mensagens, enfim… É importante, Amiga, refletir muito e ser razoável ao obter tais evidências, pois em um momento de raiva, pode acabar comprometendo negativamente a vida do outro, da amante e, dependendo das consequências, isso pode ser sim passível de ser revertido contra você em forma de ação judicial.

    Isso porque, Lindona, a fidelidade é um dever do casamento – mas um dever exclusivamente moral – e o adultério pode acarretar em dano pessoal de natureza moral, que gera constrangimento e sofrimento a quem foi traído, assim sendo: mesmo diante de todas as consequências negativas e danos emocionais, não se configura como crime civil.

    Sobre a “traição virtual”, episódios como esses são caracterizados como “adultério virtual” e é listado como ilícito civil causador de dano moral ao cônjuge. No Direito é compreendido como “quase adultério” e se equipara a outros casos de violação do direito civil que ocorrem quando há intenção do cônjuge de obter satisfação sexual fora do casamento, mesmo que não seja consumado o ato sexual de forma objetiva, ou seja, fisicamente.

    Portanto, situações de natureza virtual, Amiga, também não configuram como crime, embora possam ser compreendidas como “injúria grave”. Grande parte das separações ocorre por conta do adultério, o que, nesses casos são classificadas como separação judicial culposa, por conta de que a traição normalmente gera consequências negativas e que podem transcender os parceiros atingindo até mesmo os familiares.

    É importante também levar em conta de que a união estável também possui relevância quando tratamos do conceito PRIVACIDADE. Isso porque, Não é preciso que dividam a mesma casa, isto é, ainda que cada um more em seu próprio domicílio, será considerada união estável da mesma forma, contanto que existam elementos que o provem, como por exemplo, nesse caso, a existência de filhos.

    Então, Amiga linda, observe que é preciso ter cuidado com a maneira como vai investigar para que isso não possa ser considerado como violação de privacidade – caso vocês não comprovem, no mínimo, uma união estável -, ao mesmo tempo em que é de estrema urgência dar conta do pode ou não fazer com as provas que você obtiver para que o tiro não saia pela culatra e você possa, mesmo após a hipótese de traição, acabar ocupando o banco dos réus.

    A dica que dou, Lindona é que, caso tenha em mãos evidências o suficiente para ter certeza de que houve a traição, afaste-se imediatamente do cara e dependendo da configuração da relação de vocês, caso envolva filhos, por exemplo, procure um advogado para que ele possa te orientar sobre a melhor maneira de agir.

    Evite agir pelo emocional, pois pode acabar se envolvendo em maus lençóis e, ao mesmo tempo, tenha a certeza de que não está ultrapassando os limites em suas investigações ao ponto de se tornar paranoica ou mesmo poder acabar com a tua relação por excesso de desconfiança. Hoje em dia tem muitas matérias idôneas na internet que podem ajudar você a se orientar sobre os limites e sobre as consequências da violação desses… Sugiro que leia e se informe para evitar equívocos e exposições que podem ser irreversíveis.

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